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sábado, 23 de novembro de 2019

Comunidade de Leitores

No âmbito das comemorações do centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen, no dia 22 de novembro, pelas 21:00 horas, na Biblioteca da Escola Básica Júlio Dinis, Gondomar, num ambiente muito acolhedor, preparado pela professora Patrícia de Almeida, realizou-se a Comunidade de Leitores em torno do conto Retrato de Mónica, dinamizada pelo professor Pedro Marques.
Com a presença de alunos, encarregados de educação e professores, entre os quais a Diretora do Agrupamento, a Comunidade de Leitores proporcionou a partilha viva de experiências de leitura tão diversas quão complementares do conto de Sophia. 
Partindo da ânsia de plenitude que atravessa toda a obra da autora, os participantes destacaram o valor da liberdade como imperativo para a fruição e criação da beleza do mundo e para a denúncia de todos os poderes que não permitem a construção de um tempo mais justo. 
Os diferentes retratos de Mónica pintados por alunos, funcionários e professores enriqueceram ainda mais o debate, mostrando, no fundo, que os poderes que nos seduzem e manietam assumem as mais diversas formas e os mais diversos rostos. 
E, como prometido, não faltou o Porto de Honra"... 

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Comunidade de Leitores

A partilha traz sempre um enriquecimento mútuo - venha participar!

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Exposição "Obra de Sophia para a Infância"

Ainda na senda da celebração do centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen, a Biblioteca Escolar põe ao dispor da comunidade escolar as suas obras e convida a visitar uma exposição cedida pela Biblioteca Municipal Almeida Garrett.






segunda-feira, 11 de novembro de 2019

E depois nasceram papoilas

Nos campos da Flandres crescem papoilas/entre as cruzes que, fila a fila, marcam o nosso lugar" (...) “se trairdes a fé de nós que morremos/Jamais dormiremos, ainda que cresçam papoilas/ Nos campos da Flandres”.
John McCrae


A Biblioteca Escolar associa-se aos professores do Grupo de História para a comemoração do Armistício da 1.ª Guerra Mundial. Destaca o fundo documental relacionado com este assunto e colabora na atividade a realizar pelas turmas de 9.º ano "E depois nasceram papoilas".

O armistício assinala o fim da primeira guerra mundial, que começou a 1 de agosto de 1914, assinado por todos os beligerantes terminava a guerra e era confirmada a vitória dos Aliados.
Numa carruagem restaurante de um comboio estacionado na floresta de Compiègne, no norte de Paris, os generais alemães reuniram-se com os Aliados para assinarem uma convenção de paz, o armistício.
A primeira homenagem aos militares mortos no campo de batalha foi celebrada em 1919, um ano depois do armistício – celebrado às “11.ª hora do 11.º dia do 11.º mês” – que pôs fim a quatro anos da mais devastadora guerra que o Velho Continente assistira até então. Mas só dois anos mais tarde, a papoila vermelha se tornaria no símbolo das comemorações.
Moina Michael lançou a ideia de promover a papoila como promessa de manter na memória todos os que morreram na Grande Guerra, depois de conhecer o poema “Os Campos da Flandres" de John McCrae, médico canadiano, que escreveu este poema depois da morte de um amigo no campo de batalha. Em 1920 e 1921, Anne Guerin convenceu vários membros da Commonwealth a adotar o novo símbolo, fornecendo às associações de veteranos as flores produzidas pelas viúvas das zonas devastadas pela Guerra.
 A papoila de papel que aparece nos primeiros dias de novembro - é uma homenagem aos soldados que perderam a vida em combate.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Centenário do nascimento de Sophia


"A vida e a obra de Sophia de Mello Breyner Andresen (1919 – 2004) são exemplares no exato sentido que ela deu a esta palavra quando a pôs no título dos seus Contos Exemplares.
A sua obra, que tem na poesia o centro à volta do qual tudo roda, é uma das mais importantes da nossa cultura e da história dela. A sua vida livre, fundada na inteireza e na coragem, é-nos referência, motivação e permanência.
No Centenário do seu nascimento, comemorar Sophia é comemorá-la, lembrá-la em comum. E é celebrar essa funda e desassombrada exaltação da vida, essa aguda e universal consciência do mundo de que a sua poesia dá testemunho para sempre.
[...]
Celebrar Sophia no Centenário do nascimento é ouvir a sua voz dizer os poemas por onde passam o mundo e a vontade de o tornar real, nítido e justo como são as palavras em que o disse."

Comissão das Comemorações do Centenário de Sophia de Mello Breyner Andresen, in Manifestohttps://centenariodesophia.com/
Sophia faria esta quarta-feira, dia 6 de novembro, um século de vida!
Na nossa escola, nas aulas de Português, foi homenageada pela importância que a sua obra tem nesta disciplina.
A Biblioteca Escolar destaca o acervo que possui da autora para requisição domiciliária e a partir do próximo dia 18 apresentará a exposição "A obra de Sophia para a infância", cedida pela Biblioteca Municipal Almeida Garrett.
Aprende mais em RTP Ensina Júnior!